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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Tecnologia



A inserção da informática na educação faz a interface necessária com as demais áreas do conhecimento, ou seja, professores e alunos encontram oportunidades de ensino e aprendizagem multidisciplinares por meio dos recursos tecnológicos. A partir do mecanismo de aprender fazendo, enriquece-se a prática pedagógica do professor e desperta no aluno o interesse e a motivação pela descoberta do conhecimento.

Fonte: http://www.fk1.com.br/br/portfolio/item/12-inform%C3%A1tica-educacional.html

domingo, 29 de julho de 2012

INFORMÁTICA BÁSICA


Informática é a ciência que estuda os meios de armazenamento, transmissão e processamento das informações, tendo como seu maior propulsor e concretizador, um equipamento eletrônico chamadocomputador.
Computador é o nome dado a um dispositivo eletrônico que armazena, processa (processar = calcular) erecupera informações, quase como um liquidificador (que armazena as frutas e legumes, processa-os e recupera, como resultado, o suco desejado).
A história dos computadores eletrônicos remonta do meio da segunda grande guerra, quando o exército americano construiu o ENIAC, um computador que ocupava cerca de um terço da área do Maracanã, e possuía 18.000 válvulas (apesar dos exageros, este “trambolho” tinha poder de cálculo equivalente à sua calculadora de bolso).
Naquela época, os principais componentes do computador ENIAC eram as válvulas (são pequenas “lâmpadas”) que tratavam a eletricidade de forma “inteligente” para que ela realizasse os procedimentos desejados.
Mais tarde, na década de 50, foi inventado o sucessor da válvula, o transistor, um pequeno componente semicondutor de silício, bem menor que a válvula, e muito mais versátil.
Com o passar dos anos, os transistores foram sendo miniaturizados a tal ponto que, começaram a ser impressos diversos deles em pastilhas únicas, para ocupar menos espaço. Essas pastilhas semicondutoras são chamadas de chips, ou circuitos integrados.
Hoje em dia, existem chips que equivalem a milhões de transistores, são circuitos integrados muito densos, um “mapa” de um deles é mais complicado que uma foto aérea da cidade de São Paulo (e olha que São Paulo é a maior cidade da América Latina!).
Verifique na imagem abaixo uma comparação entre os transistores e os chips.
Ilustração
Atualmente, todos os equipamentos eletrônicos, inclusive os computadores, são formados por inúmeros chips, cada um com uma função definida, esses chips são soldados (colados com solda) em uma estrutura de plástico com alguns caminhos condutores, essas estruturas são denominadas placas de circuitos, ou somente placas.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Segurança para as empresas

Veja no Boletim Oportunidades e Negócios produzido pelo Sebrae sobre como usufruir com segurança das tecnologias digitais, aprena a proteger sua empresa e seus clientes. Confira, também, o que é a Certificação Digital, quais são os benefícios, como utilizá-la e quais são as responsabilidades de quem demanda a certificação (arquivo em pdf.).

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Informática na Educação

http://rejane-figueiredo.blogspot.com/


Introdução 
Com o avanço da tecnologia nas últimas décadas, principalmente dos computadores, discuti-se cada vez mais a utilização de recursos da informática na educação. 



Aplicação dos recursos de informática na educação 
Muitas escolas do Brasil já possuem um laboratório de informática com acesso à Internet, softwares educacionais e programas básicos (editores de texto, programas de edição de imagens e apresentações, planilhas de cálculo, etc). Porém, basta ter os recursos? Como utilizá-los de maneira a garantir o desenvolvimento do aluno? Estas são apenas algumas questões levantadas por educadores brasileiros.

Em primeiro lugar, temos que partir do princípio de que o computador é apenas uma ferramenta. Sozinho, não é capaz de trazer avanços educacionais. Uma escola que resolve utilizá-lo como recurso didático necessita de bons professores, preparados e treinados, para utilizar os recursos oferecidos por este sistema tecnológico de forma significativa.

Colocar qualquer software para os alunos usarem não gera aprendizado. É importante que a escola tenha um projeto pedagógico que envolva a utilização do computador e seus recursos. O aluno não pode ser um mero digitador, mas sim, ser estimulado a produzir conhecimentos com o uso do computador. Neste sentido, o professor deve agir como um orientador do projeto que está sendo desenvolvido.

O uso da Internet também é um caso importante. De nada adianta pedir para um aluno fazer uma pesquisa na Internet sem as devidas orientações. Cabe ao professor instruir os alunos para que estes não façam simples cópias de textos encontrados em sites. Apenas copiando, os alunos não vão aprender. As orientações devem ser no sentido de como elaborar uma pesquisa, como encontrar sites confiáveis, como gerar conhecimentos com o material pesquisado, etc.

Outro ponto importante é o incentivo à criação. O aluno não deve ser colocado de forma passiva diante do computador. As ferramentas tecnológicas devem servir de base para a criação. Uma planilha de cálculos, por exemplo, pode ser usada para um trabalho de Matemática com dados estatísticos, criando fórmulas e gerando gráficos. Um editor de textos pode ser usado para a criação de um jornal com notícias e informações sobre o conteúdo de uma disciplina. Um programa de apresentação (PowerPoint) apresenta inúmeras possibilidades na elaboração de aulas com imagens, sons e outros elementos multimídia.

O importante ao utilizarmos recursos de informática na sala de aula, é não transformar a máquina na principal figura educacional. Professores e alunos devem assumir o papel de principais personagens e usar criatividade, raciocínio e atitudes ativas para a produção do conhecimento. Somente desta forma, o aluno estará se preparando para o mercado de trabalho e para a vida.

ACESSO EM: 10/01/012

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Com nova linguagem, Google espera solucionar problemas de JavaScript!


A Google lançou uma versão preview de uma linguagem de programação na web chamada Dart, com a qual os engenheiros da companhia esperam resolver alguns dos "defeitos" da conhecida linguagem JavaScript.
Os objetivos da Google com a Dart são criar “uma linguagem estruturada, mas flexível, para a programação na web”, escreveu o engenheiro de software da equipe da Dart, Lars Bak, em um post no blog oficial da companhia nesta segunda-feira, 10/10.
Apesar de Bak não ter mencionado o nome JavaScript, as habilidades da Dart lembram as dessa linguagem, e ela também resolve alguns dos problemas de organização e escalabilidade que têm sido ligados ao JavaScript. Em documentos vazados, os engenheiros da Google se mostraram frustrados por “falhas fundamentais que não podem ser corrigidas com a mera evolução” do JavaScript.
Feita para a criação de aplicativos web, a Dart é uma linguagem de programação orientada a objetos, podendo ser usada para fazer rapidamente projetos pequenos, assim como para desenvolver aplicativos web em maior escala. A Dart permite que o programador adicione variáveis sem definir o seu tipo de dados – chamado tipagem dinâmica – ou definir seus tipos de dados, processo chamado de tipagem estática. A tipagem dinâmica é melhor para projetos pequenos que precisam ser construídos rapidamente, enquanto que a tipagem estática ajudará a acelerar programas web em larga escala.
A versão preview da linguagem inclui um compilador e uma máquina virtual, juntamente com um conjunto de bibliotecas básicas. Para fazer suas criações Dart rodarem nos navegadores, os programadores podem compilá-las para JavaScript usando uma ferramenta incluída no pacote Dart.
A Google gostaria que cada navegador incluísse uma máquina virtual Dart nativa, sobre a qual os programas Dart possam rodar. Atualmente, nem mesmo o navegador da Google, o Chrome, tem suporte para a Dart. “Planejamos explorar essa opção”, escreveu Bak.
A Google precisará fazer muita campanha se realmente quiser que a Dart substitua o JavaScript na web. Na última estimativa mensal de popularidade de linguagens de programação a Tiobe Software colocou o JavaScript como a 10ª linguagem mais usada de modo geral.
A Dart não é a primeira tentativa da Google de criar uma linguagem de programação para resolver problemas de linguagens mais antigas. Em 2009, a gigante de buscas lançou a Go, que foi criada pela empresa como uma alternativa para as complexidades do C++, da Java e outras linguagens tradicionais.
O engenheiro Bak planeja revelar mais sobre a Dart durante a conferência GoTo, que acontece esta semana na Dinamarca.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2011/10/10/com-nova-linguagem-google-espera-solucionar-problemas-de-javascript/

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

domingo, 2 de outubro de 2011

sábado, 1 de outubro de 2011

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

sexta-feira, 1 de julho de 2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Mudança de endereço!

A Web Click informática tem a satisfação de comunicar aos seus alunos e demais interessados que buscando atendê-los cada vez melhor, estamos localizados em novo endereço situado a Rua Ruy Barbosa, nº 98, próximo ao Centro Paroquial.
Você que ainda não é nosso aluno, vá agora mesmo conhecer nossas novas instalações e aproveitar para fazer seu curso na melhor escola de informática da cidade, a única com certificado MDY Software, reconhecido em todo o Brasil. Mais informações, ligue (74) 8809-1754 ou em nosso novo endereço.



Web Click Informática – Seu Futuro Começa Aqui!





quinta-feira, 26 de maio de 2011

Windows VISTA




O Microsoft Windows Vista é uma linha de sistemas operacionais desenvolvido pela Microsoft para uso em computadores pessoais, incluindo computadores residenciais e de escritórios, laptops, Tablet PCs e computadores Media Centers. Antes do seu anúncio em 22 de Julho de 2005, o Windows Vista era conhecido pelo nome de código Longhorn.[1] Seu nome deriva do termo Windows NT VI WorkSTAtion (Windows NT 6 Workstation) no inicio do seu desenvolvimento em 2002 era conhecido como Blackcomb e depois Vienna e onde que em 2003 seu codinome passou a ser oficialmente Longhorn seu desenvolvimento foi concluído em 8 de Novembro de 2006; ao longo dos três meses que seguintes, foi lançado em etapas para fabricantes de computadores, de hardware e softwares, clientes comerciais e lojas de varejo. Foi lançado mundialmente no dia 31 de Janeiro de 2007,[2] e foi disponibilizado para compra e download a partir do site da Microsoft.[3] O lançamento do Windows Vista veio mais de cinco anos depois da introdução do seu predecessor, o Windows XP, sendo o período mais longo entre lançamentos consecutivos de versões do Microsoft Windows.
Versões do Windows VistaO Windows Vista possui novos recursos e funções dos que os apresentados por sua versão anterior o Windows XP, como uma nova interface gráfica do usuário, apelidada de Windows Aero antes conhecido pelo codinome Avalon, funções de busca modificadas (passando à atuar como as ferramentas Pesquisa, Executar e como o Windows Explorer), novas ferramentas de criação multimídia como o Windows DVD Maker, e completamente renovadas aplicações para redes de comunicação, áudio, impressão e subsistema de exibição; o que gerou uma grande dificuldade na aceitação do sistema pelos usuários finais devido à sua grande alteração e à sua grande exigência do computador (para operá-lo corretamente é necessário um mínimo de 1 GB de Memória RAM, e para uma utilização padrão o ideal é 2 GB). O Windows Vista também tem como alvo aumentar o nível de comunicação entre máquinas em uma rede doméstica usando a tecnologia peer-to-peer, facilitando o compartilhamento de arquivos e mídia digital entre computadores e dispositivos. Para os desenvolvedores, o Vista introduz a versão 3.0 do Microsoft .NET Framework, o qual tem como alvo tornar significantemente mais fácil para desenvolvedores escrever aplicativos de alta qualidade do que com a tradicional Windows API, porém tal resultado não foi completamente alcançado, pois o sistema apresentou uma interface à qual muitos usuários não possuiam uma identificação graças à sua quase completa modificação, pois houve uma significativa mudança na sua estrutura.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

FELIZ DIA DAS MÃES!!!








Mãe carinhosa, mãe dengosa
Mãe amiga, mãe irmã
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração

Mãe solidão,
Mãe de muitos, mãe de poucos
Mãe de todos nós, Mãe das mães
Mãe dos filhos
Mãe-pai: duas vezes mãe

Mãe lutadora e companheira
Mãe educadora, mãe mestra
Mãe analfabeta, sábia mãe
Mãe dos simples e dos pobres
Mãe dos que nada têm e dos que tudo têm
Mãe do silêncio, mãe comunicação

Mãe dos doentes e dos sãos
Mães dos que plantam e dos que colhem
Mãe de quem nada fez e de quem compra feito

Mãe de quem magoou e de quem perdoou
Mãe rica, mãe pobre
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros e dos guerreados

Mãe que sorri, mãe que chora
Mãe que abraça e afaga
Mãe presente, mãe ausente
Mãe do sagrado, mãe da luz
Mãe de Jesus e mãe nossa.

Mãe, simplesmente mãe.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Notícia: Primeiro Sony Vaio com 3D




A Sony apresentou na quarta-feira (27) as novas séries (F, S e C) da sua linha Vaio para 2011 que incluem a tecnologia 3D, gravador de Blu-ray, porta USB 3.0 e são voltados para o público que gosta de alta tecnologia. A previsão de chegada no mercado brasileiro é em até duas semanas.


VPC-F215FB (Série F)
Esse modelo tem tela de 16 polegadas, com resolução full HD (1920 x 1080 pixels); capacidade de fornecer conteúdo em 3D, com óculos incluídos; 6 GB de RAM (expansível até 8 GB); processador Intel Core i7; placa de vídeo GeForce GT 540M com 1 GB de memória dedicada; disco rígido de 750 GB; leitor e gravador de Blu-ray, DVD e CD; webcam de 1,3 MP com tecnologia que permite maior nitidez em ambientes com pouca luz; duas portas USB 3.0 (10 vezes mais rápidas que as 2.0); Bluetooth; Wi-Fi e pesa 3,2 kg com a bateria padrão, que dá uma autonomia média de 3 horas. Seu preço sugerido é de R$ 10 mil.

VPC-SB15GB (Série S)
Focado na portabilidade com desempenho, esse modelo pesa 1,72 kg e conta com processador Intel Core i5, 4 GB de RAM (expansível até 8 GB), tela de 13,3 polegadas, com resolução de 1366 x 768 e placa de vídeo AMD Radeon HD 6470M com 512 MB. Seu disco rígido é de 500 GB e possui leitor e gravador de DVD e CD; uma porta USB 3.0; Bluetooth; Wi-Fi. Sua bateria dá autonomia de até 6,5 horas. Seu preço sugerido é de R$ 3,5 mil.

VPC-CA15FB (Série C)
Esse modelo conta com o recurso de apenas utilizar a potência máxima da placa gráfica quando necessário, poupando, assim, o consumo da bateria e, como consequência, dando maior autonomia. Possui tela de 14 polegadas, com resolução de 1600 x 900; processador Intel Core i5, 4 GB de RAM (expansível até 8 GB), disco rígido de 500 GB, leitor de Blu-ray, porta USB 3.0, Bluetooth, Wi-Fi e pesa 2,45 kg. Seu preço sugerido é de R$ 3,5 mil e estará disponível nas cores preto, laranja e verde.

Fonte:
Gabriel dos Anjos
Do G1, em São Paulo, Atualizado em 27/04/2011 14h28

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Queda da produção de placas de silício

O desastre no Japão está abatendo em 25% a produção mundial de placas de silício, utilizadas para fabricar chips de computador, de acordo com um relatório publicado na segunda-feira (22/03). Duas fábricas japonesas (a Shin-Etsu Chemical Co. Ltda em Shirakawa e a MEMC Electronic Materials Inc em Utsunomiya) interromperam suas produções.

Essas duas instalações, que fabricavam semicondutores, abasteciam companhias ao redor do globo, de acordo com a empresa de pesquisa IHS iSuppli. “Por causa disso, a suspensão das operações pode ter implicações que vão além da indústria japonesa de eletrônicos” escreveu a iSuppli no relatório. “Uma redução de 25% no fornecimento pode ter um efeito de enormes proporções na produção de semicondutores no mundo”.

Pesquisadores apontaram também que a usina da Shin-Etsu em Shirakawa é responsável sozinha por 20% da produção mundial de pastilhas semicondutoras de silício – há informações de que houve danos significativos aos equipamentos e às instalações da fábrica. De acordo com a iSuppli, a Shin-Etsu está tentando transferir a produção para outras instalações, entretanto não é claro quanto tempo isso irá demorar.

Com o terremoto de quase 9 graus de magnitude, o país lida atualmente com uma crise gerada pelos danos causados às usinas nucleares, além falta de energia e estradas intransitáveis, o que torna o sistema de transporte ineficiente. Se as fábricas estiverem operando, ainda assim é difícil entregar os materiais para que eles finalizem os produtos. “O que estamos vendo agora são paralisações na produção por várias razões” disse Dan Olds, analista da empresa de consultoria The Gabriel Consulting Group. “Algumas fábricas estão em áreas que não foram afetadas pelos tremores, contudo também interromperam a produção devido à magnitude da crise como um todo, associado a problemas com o pessoal e outros logísticos”.

domingo, 27 de março de 2011

HD ( HARD DISK)





O disco rígido ou HD (Hard Disk), é o dispositivo de armazenamento de dados mais usado nos computadores. Nele, é possível guardar não só seus arquivos como também todos os dados do seu sistema operacional, sem o qual você não conseguiria utilizar o computador. Neste artigo, você verá alguns detalhes do funcionamento dos HDs e conhecerá alguns de seus recursos (como IDE, ATAPI, DMA, capacidade real, entre outros).

Características e funcionamento dos HDs

Surgimento
O disco rígido não é um dispositivo novo, mas sim uma tecnologia que evoluiu com o passar do tempo. Um dos primeiros HDs que se tem notícia é o IBM 305 RAMAC. Disponibilizado no ano de 1956, era capaz de armazenar até 5 MB de dados (um avanço para a época) e possuía dimensões enormes: 14 x 8 polegadas. Seu preço também não era nada convidativo: o 305 RAMAC custava cerca de 30 mil dólares.
Com o passar dos anos, os HDs foram aumentando sua capacidade de armazenamento, ao mesmo tempo em que se tornaram menores, mais baratos e mais confiáveis. Apenas para ilustrar o quão "gigante" eram os primeiros modelos, a foto abaixo mostra um disco rígido utilizado pelo Metrô de São Paulo em seus primeiros anos. O dispositivo está em exposição no Centro de Controle Operacional da empresa:

Componentes de um HD
Para que você possa compreender o funcionamento básico dos discos rígidos, precisa conhecer seus principais componentes. Os tão mencionados discos, na verdade, ficam guardados dentro de uma espécie de "caixa de metal". Essas caixas são seladas para evitar a entrada de material externo, pois até uma partícula de poeira pode danificar os discos, já que estes são bastante sensíveis. Isso significa que se você abrir seu disco rígido em um ambiente despreparado e sem o uso dos equipamentos e das técnicas apropriadas, as chances de você perdê-lo são extremamente grandes.

A figura acima mostra um HD visto por baixo e por cima. Note que a parte inferior contém uma placa com chips. Trata-se da placa lógica, um item muito importante para o funcionamento do HD.
A placa lógica contém chips responsáveis por diversas tarefas. O mais comum é conhecido como controladora, pois gerencia uma série de itens do HD, como a movimentação dos discos e das cabeças de leitura/gravação (mostradas adiante), o envio e recebimento de dados entre os discos e o computador, e até rotinas de segurança.
Outro dispositivo comum à placa lógica é um pequeno chip de memória conhecido como buffer. Cabe a ele a tarefa de armazenar pequenas quantidades de dados durante a comunicação com o computador. Como esse chip consegue lidar com os dados de maneira mais rápida que os discos rígidos, ele agiliza o processo de transferência de informações. No momento em que este artigo era escrito no InfoWester, era comum encontrar HDs que possuíam buffers de 2 MB e 8 MB.
A parte interna dos HDs (isto é, o interior da "caixinha") é mais interessante. A foto abaixo mostra um HD aberto. Note que há indicativos que descrevem os componentes mais importantes. Estes são detalhados logo abaixo da imagem:

Pratos e motor: esse é o componente que mais chama a atenção. Os pratos são os discos onde os dados são armazenados. Eles são feitos de alumínio (ou de um tipo de cristal) recoberto por um material magnético e por uma camada de material protetor. Quanto mais trabalhado for o material magnético (ou seja, quanto mais denso), maior é a capacidade de armazenamento do disco. Note que os HDs com grande capacidade contam com mais de um prato, um sobre o outro. Eles ficam posicionados sob um motor responsável por fazê-los girar. Para o mercado de PCs, é comum encontrar HDs que giram a 7.200 rpm (rotações por minuto), mas também há modelos que alcançam a taxa de 10 mil rotações, tudo depende da evolução da tecnologia. Até pouco tempo atrás, o padrão do mercado era composto por discos rígidos que giram a 5.400 rpm. Claro que, quanto mais rápido, melhor;
Cabeça e braço: os HDs contam com um dispositivo muito pequeno chamado cabeça (ou cabeçote) de leitura e gravação. Trata-se de um item de tamanho reduzido que contém uma bobina que utiliza impulsos magnéticos para manipular as moléculas da superfície do disco, e assim gravar dados. Há uma cabeça para cada lado dos discos. Esse item é localizado na ponta de um dispositivo denominado braço, que tem a função de posicionar os cabeçotes sob a superfície dos pratos. Olhando por cima, tem-se a impressão de que a cabeça de leitura e gravação toca nos discos, mas isso não ocorre. Na verdade, a distância entre ambos é extremamente pequena. A "comunicação" ocorre pelos já citados impulsos magnéticos;
Atuador: também chamado de voice coil, o atuador é o responsável por mover o braço sob a superfície dos pratos, e assim permitir que as cabeças façam o seu trabalho. Para que a movimentação ocorra, o atuador contém em seu interior uma bobina que é "induzida" por imãs.
Note que o trabalho entre esses componentes precisa ser bem feito. O simples fato da cabeça de leitura e gravação encostar na superfície de um prato é suficiente para causar danos a ambos. Isso pode facilmente ocorrer em caso de quedas, por exemplo.
Gravação e leitura de dados
A superfície de gravação dos pratos é composta de materiais sensíveis ao magnetismo (geralmente, óxido de ferro). O cabeçote de leitura e gravação manipula as moléculas desse material através de seus pólos. Para isso, a polaridade das cabeças muda numa freqüência muito alta: quando está positiva, atrai o pólo negativo das moléculas e vice-versa. De acordo com essa polaridade é que são gravados os bits (0 e 1). No processo de leitura de dados, o cabeçote simplesmente "lê" o campo magnético gerado pelas moléculas e gera uma corrente elétrica correspondente, cuja variação é analisada pela controladora do HD para determinar os bits.
Para a "ordenação" dos dados no HD, é utilizado um esquema conhecido como "geometria dos discos". Nele, o disco é "dividido" em cilindros, trilhas e setores:

As trilhas são círculos que começam no centro do disco e vão até a sua borda, como se estivesse um dentro do outro. Essas trilhas são numeradas da borda para o centro, isto é, a trilha que fica mais próxima da extremidade do disco é denominada trilha 0, a trilha que vem em seguida é chamada trilha 1, e assim por diante, até chegar à trilha mais próxima do centro. Cada trilha é dividida em trechos regulares chamados de setor. Cada setor possui uma determinada capacidade de armazenamento (geralmente, 512 bytes).
E onde entra os cilindros? Eis uma questão interessante: você já sabe que um HD pode conter vários pratos, sendo que há uma cabeça de leitura e gravação para cada lado dos discos. Imagine que é necessário ler a trilha 42 do lado superior do disco 1. O braço movimentará a cabeça até essa trilha, mas fará com que as demais se posicionem de forma igual. Isso ocorre porque o braço se movimenta de uma só vez, isto é, ele não é capaz de mover uma cabeça para uma trilha e uma segunda cabeça para outra trilha.
Isso significa que, quando a cabeça é direcionada à trilha 42 do lado superior do disco 1, todas as demais cabeças ficam posicionadas sob a mesma trilha, só que em seus respectivos discos. Quando isso ocorre, damos o nome de cilindro. Em outras palavras, cilindro é a posição das cabeças sobre as mesmas trilhas de seus respectivos discos.
Note que é necessário preparar os discos para receber dados. Isso é feito através de um processo conhecido como formatação. Há dois tipos de formatação: formatação física e formatação lógica. O primeiro tipo é justamente a "divisão" dos discos em trilhas e setores. Esse procedimento é feito na fábrica. A formatação lógica, por sua vez, consiste na aplicação de um sistema de arquivos apropriado a cada sistema operacional. Por exemplo, o Windows é capaz de trabalhar com sistemas de arquivos FAT e NTFS. O Linux pode trabalhar com vários sistemas de arquivos, entre eles, ext3 e ReiserFS.